Boeing 787 | All Nippon Airways

Aeronave de pré-produção (ZA101), conforme os aviões ficavam entre 2009 e 2010, com cobertura de janelas e sem motores, com pesos no seu lugar para manter o centro de gravidade. Alguns ficavam todo brancos, outros tinha pinturas completas e alguns, umas poucas indicações de pintura do usuário final. Alguns tinham cobertura de plástico nos pilones e outros não. Este ANA é um kit ZVEZDA na escala 1/144, do qual removi os motores. Decais em parte Revell (asas) e, em parte, Gio (ANA colors).

O Boeing 787 Dreamliner é o mais recente avião comercial da Boeing. Foi apresentado à imprensa, em Everett, WA, em 8 de julho de 2007, doze anos depois do 777. O primeiro foi entregue a ANA – All Nippon Airways em 28 de setembro de 2011. A empresa comprou 50 unidades do avião. No dia de seu lançamento, mais de 670 unidades já haviam sido encomendadas por 48 companhias aéreas internacionais, fazendo dele o maior sucesso comercial da indústria aeronáutica mundial em todos os tempos.

A aeronave é capaz de transportar de 200 a 350 passageiros, dependendo do modelo e da configuração do interior da aeronave. É o primeiro avião comercial a ser fabricado primariamente com material composto e fibra de carbono. Foi feito para substituir os modelos 767 e 757. Planejado para ser uma aeronave de longo alcance, poderá fazer voos nonstop entre cidades muito distantes, que nunca tiveram ligação direta. O alcance médio do Boeing 787 é de 6,5 mil quilômetros até 15 mil quilômetros.

O Boeing 787 é produzido com 50% de matérias compostos, 20% de alumínio, 15% de titânio, 10% de aço e 5 % de outros materiais. O Boeing 777 possui somente 12% de materiais compostos e 50% de alumínio. Outro fator interessante é que ele autodetecta erros e repassa imediatamente para o solo. Assim, quando o avião pousar, a equipe de manutenção saberá o que fazer nele. Possui três motorizações (RR e GE), com alcance variando entre 4.650 km (787-3) até 15.750 km (787-8), o primeiro desenvolvido para o mercado japonês substituindo os A300-600R, 767-200 e 300 e até os 777-200 em algumas rotas.

Seu custo por milha é 12% inferior que aviões do mesmo porte e graças à sua estrutura de materiais compostos, ele pesa apenas 130 toneladas, contra 180 dos A330, que é considerado um concorrente direto. Além disso, o consumo de combustível do 787 é 20% menor que seus mais modernos concorrentes, o que tem alterado drasticamente o interesse de possíveis compradores de aviões da Airbus.

Um Boeing 787 necessitará fazer uma revisão completa a cada doze anos (um Boeing 767 precisa fazer uma revisão completa a cada seis anos). Os bagageiros internos tem capacidade 30% maior que os atuais modelos, e ele não tem cortinas nas janelas, e sim um sistema que permite que o vidro fique escuro. Também é um avião paperless, eliminando a papelada tanto no projeto quanto no voo, utilizando o Eletronic Flight Bag da Jeppesen.

O 787 foi o primeiro avião desenvolvido pós-11 de setembro, daí sua necessidade de redução de custos, ser ecologicamente limpo e versátil. Um Boeing 787 vai levar cerca de 3 dias para ser produzido. Essa experiência de montar os aviões tão rapidamente foi testado pela Boeing primeiramente nos modelos 767 e foi adaptado do sistema japonês de montagem de carros.

Enfim, se der certo, será realmente uma aeronave que mudará a aviação. Este kit ganhou o segundo lugar (categoria Airliners) no Open de Plastimodelismo do IPMS de São José dos Campos, São Paulo, em abril de 2012.

 

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