Boeing 777-300ER | TAM

Boeing 777-300ER nas cores da empresa brasileira TAM. Este é o PT-MUD, o quarto modelo do tipo recebido pela empresa brasileira em 08.01.2009. Belíssima conversão do kit Minicraft com a qualidade Hakiraf. Um kit único, cheio de detalhes.

O Boeing 777-300ER é a versão Extended Range (Alcance Estendido) do 777-300 e contém algumas modificações, incluindo os motores General Eletric 90-115B, que são os motores aeronáuticos mais poderosos do mundo. Outras características incluem asas com desenho mais moderno, fuselagem reforçada e mais pesada e maior alcance, que é de de 14,685 km.

O programa 777-300ER foi lançado pela Air France (mas, por razões políticas, a Japan Airlines anunciava que era a empresa lançadora do modelo). O 1º voo do 777-300ER foi em 24 de fevereiro de 2004 e a 1ª entrega foi para a Air France, em 29 de abril de 2004. Desde a introdução no mercado da versão -300ER, seis anos após a primeira entrega, todos os pedidos de aeronaves da série -300 séries foram alterados para a variante ER, que agora é a padrão da Boeing.

No Brasil, a TAM, iniciou sua frota de Triple Seven com 4 aeronaves do modelo. Operavam os voos para Santiago do Chile, Frankfurt e Londres. O PT-MUD, foi o quarto 777 entregue para a empresa, sendo recebido em 08.01.2009 no Brasil para operar a rota São Paulo–Londres.

Aeronave: Boeing 777-300ER
Operador & Registro: TAM | PT-MUD
Kit: Minicraft (Conversão 300)
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00932

Douglas DC-6B | Pan American

Mais um Minicraft, este out of the box, nas cores da Pan American, final dos Anos 50. O Douglas DC-6 foi um avião de motor a pistões construído pela Douglas Aircraft Company de 1946 a 1959. A Pan Am usou aeonaves DC-6 na inauguração dos seus voos transatlânticos em classe turística, iniciados em 1952. Eles voavam nestas cores para o Brasil. A aeronave que este kit Minicraft representa (escala 1/144) é a de prefixo N6528C, chamado de “Clipper Midnight Sun”, recebido na frota em 03.07.52 (serial )43528. Aliás, ele iniciou a carreira naquele ano com a pintura antiga e o nome “Clipper Morning Star”.

Aeronave: Douglas DC-6B
Operador & Registro: Pan American | N6528C 
Kit: Minicraft
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00944

Boeing 767-300ER | Aeroflot

Quem diria, nos anos 80, que a Aeroflot usuaria aeronaves Boeing? São nove aeronaves do modelo 767-300ER, com capacidade de 299 assentos, que entraram na frota em janeiro de 2006, arrendados da ILFC. O kit é Zvezda (by Osni Vieira) na escala 1/144, com decais originais da marca, ruins, tanto na qualidade quanto na cor. Representa o Boeing 767-306ER, serial 27959, line number 609, construído em 1996 para a KLM e entregue para a Aeroflot em 03.06.2006.

Aeronave: Boeing 767-300ER
Operador & Registro: Aeroflot
Kit: Zvezda
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01403

Douglas DC-6B | Varig

O Douglas DC-6 foi um avião de motor a pistões construído pela Douglas Aircraft Company de 1946 a 1959. Começou a ser voar aqui quando a Pan Am a usou na inauguração dos seus voos transatlânticos em classe turística, iniciados em 1952. Kit Minicraft na escala 1/144 (by Nite), representa o DC-6B prefixo PP-YSI, ex-Real Linhas Aéreas.

Esta aeronave começou sua vida voando pela SAS em 17.10.1953 como OY-KMI (serial 44166, line number 016). Veio para a Real em 17.03.1961 e em agosto do mesmo ano, passou a ostentar as cores da Varig. Depois, foi para a FAB como 2412 (1968). Em junho de 1975 foi cedido ao Paraguai, onde operou até 1980 (código 4003) até ser desativado.

Os Douglas DC-6 de primeira versão de produção (os “DC-6 puros”) foram produzidos até 1951, num total de 175 unidades. Destes, nenhum chegou a operar nas companhias brasileiras. Em 1948, entretanto, a Douglas começara a estudar a possibilidade de uma versão ampliada, com maior volume de cabine, carga útil e peso operacional, aproveitando para isso a disponibilidade dos novos e excelentes motores Pratt & Whitney Doublé Wasp C 16, de 2.400 hp. Que foram oferecidos com um sistema de injeção de água/metanol, para uso na decolagem. Permitindo um incremento sensível na potência.

Foi feito um novo alongamento da fuselagem, de 1,52 m, e a capacidade de combustível também foi ampliada, passando de 16.125 para 20.915 litros. Esta nova geração do DC-6 voou em 1949 e foi oferecida em duas variantes- DC-6 A, otimizado para carga (com assoalho reforçado e duas grandes portas do lado esquerdo, uma antes e outra atrás da asa), e o DC-6B, especifico para o transporte de passageiros. Ao todo foram produzidos 288 DC-6B, com o último sendo entregue em 10 de fevereiro de 1959, exatamente para a companhia brasileira Lóide Aéreo Nacional. Assim, os últimos DC-6 a saírem das linhas de montagem da Douglas!

A aquisição dos quatro DC-6 do Lóide Aéreo aconteceu com uma encomenda em 1957, feita em função de uma lei que garantia subvenção estatal para reequipamento às companhias aéreas. Como a empresa, na época, operava uma extensa rede de linhas domésticas com uma grande frota de DC-4 e C-46, ela pôde acessar recurso bastante respeitável através da lei e os investiu na compra dos DC-6.

O fato, porém, é que a própria companhia não sabia o que fazer com aeronaves de tal capacidade, de modos que, imediatamente à sua entrega, os aviões foram arrendados à Panair do Brasil-que, assim, se tornou a primeira operadora do modelo no país. Na Panair, os quatro DC-6 foram usados em linhas internacionais para a América do Sul, o sul da Europa e o Oriente Médio, servindo nessa rotas até 1961.

Aeronave: Douglas DC-6B
Operador & Registro: Varig | PP-YSI
Kit: Minicraft
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00134

Boeing 707-320B | Ecuatoriana

Boeing 707-321B. prefixo HC-BFC (serial 19277) da Ecuatoriana (Empresa Ecuatoriana de Aviacion), na pintura que ostentava entre 1978 e 1980. Kit Minicraft com decais BD. É o segundo especial Ecuatoriana da coleção, além do cargueiro dourado. Falta apenas um esquema especial para eu completar a coleção da empresa.

A Ecuatoriana passou a utilizar os Boeing 707 em sua frota em 1974, quando a pintura inicial arco-íris (rainbow) foi vista pela primeira vez, chamando a atenção nos diversos aeroportos por onde passavam seus aparelhos, em especial, em New York (JFK). A empresa usou vários esquemas atrativos e seus aviões eram conhecidos como “telas voadoras” (flying canvases), com arte abstrata. O HC-BFC era uma destas belas telas que, segundo consta, era uma resposta da Ecuatoriana à Braniff e seus aviões trabalhados por Alexander Calder.

Linda aeronave, by Anthony Bell.

Aeronave: Boeing 707-321B
Operador & Registro: Ecuatoriana | HC-BFC
Kit: Minicraft
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00081