Wessex HU.5 | RAF

Este também está no diorama “SS Atlantic Conveyor”. Um antigo kit Matchbox do helicóptero Westland Wessex HU.5 que eu recuperei, dobrei as pás, fechei a entrada de ar (vermelho) e as saídas de ar dos motores (cinza) e por aí vai. O XT468 afundou com o Atlantic Conveyor em maio de 1982.

Aeronave:Westland Wessex HU.5
Operador & Registro: Royal Air Force | RAF | XT468
Kit: Matchbox
Escala: 1/72
Número Hangar: SR00364

BAe. Sea Harrier FRS.1 | Royal Navy

BAe. Sea Harrier FRS.1 da Royal Navy código ZA-177 que foi transportado pelo  “Atlantic Conveyor” na Falklands War.

Aeronave: BAe. Sea Harrier FRS.1
Operador & Registro: Royal Navy | ZA-177
Kit: Airfix (Esci)
Escala: 1/72
Número Hangar: SR00796

AMD Mirage IIIEA | FAA

Este avião está em um diorama, uma representação que mostra a aeronave em condições reais. Nele está o Mirage IIIEA da Fuerza Aerea Argentina de código I-014, que esteve entre os primeiros a entrar em combate no dia 1º de maio de 1982, nas mãos do 1º Tenente Roberto Yebra.

Kit Revell 1/72 com a base Airfix de um set que vem com o Harrier GR.3. Os soldados e pilotos vem de diversos sets e o trator é de metal, comprado nos EUA. Faz parte de um conjunto de dois dioramas, sendo o outro do R.M.S Atlantic Conveyor, que participou da campanha das Falklands/Malvinas em 1982. O segundo diorama mostra parte do deck deste cargueiro com dois Harrier’s GR3, um Sea Harrier FRS.1 e um Wessex entre vários containeres.

Fiz em 2012 para a comemoração de 30 Anos da Guerra das Malvinas/Falklands. Este diorama ganhou medalha de prata no 17 Open GPC de Campinas em 2012.

Aeronave: AMD Mirage IIIEA
Operador & Registro: Fuerza Aerea Argentina (FAA) | I-014
Kit: Revell
Escala: 1/72
Número Hangar: SR00513

F-35B Lightning II | RAF

Este é o meu F-35, que fiz no modelo B, alterando o kit da Italeri na 1/72, que na realidade era o demonstrador JSF, o chamado X-35. O resultado ficou bonito, mas difere do avião real, eis que o F-35 tem 1,30m a mais que o X-35, tem dimensões (altura e largura) maior e superfícies alteradas em relação ao demonstrador.

Algumas destas características, como a nova forma da porta do motor de decolagem vertical, eu fiz. Também alterei a geometria da entrada de ar dos motores para a forma atual, refiz portas de trens de pouso e das saídas de ar do motor SVTOL e cortei as superfícies móveis, colocando-as da maneira que, em geral, ficam quando a aeronave está no solo.

Pensei em fazer US Navy (esquadrão Bounty Hunters) e FAB, mas acabei embarcando numa viagem ainda maior: a RAF deve receber seus F-35B (depois da novela troca pelo C e volta ao B de novo) por volta de 2020. Assim, imaginei em 2022, no aniversário de 40 anos da Guerra das Malvinas, um F-35B estacionado nas ilhas. A aeronave leva as cores do Esquadrão 11, formado em 1915 e baseado em Coningsby, que hoje opera o Typhoon.

Aeronave:  Lockheed Martin F-35B
Operador & Registro: RAF | 
Kit: Italeri
Escala: 1/72
Número Hangar: SR00323

P-51B Mustang | USAAF

Comemorando o lançamento do filme Red Tails, contando a história, vejam abaixo meu P-51B do 332FG, o famoso Tuskegee Group, formado só com negros, no final de 2ª Guerra Mundial. Esse é um Hasegawa 1/48 do mestre Tsukamoto e inclui um piloto. Na realidade, ele tem nome: o “Topper III” é um clássico, que foi pilotado pelo Capitão Ed Toppins do 99th Fighter Squadron, parte do 332nd Fighter Group.

Em 1940, o presidente Franklin D. Roosevelt ordenou a criação de uma unidade aérea só de negros. Nascia assim o famoso 99º Esquadrão de Caça da USAAF. A base de treinamento para a nova unidade foi instalada numa região isolada: a cidade de Tuskegee, no Alabama. Ali funcionava um centro de treinamento para pilotos civis no Tuskegee Institute, onde foram recrutados os instrutores. O treinamento começou na primavera de 1941 e o progresso foi lento. Em 2 de setembro de 1941 o então Capitão Benjamim O. Davis Jr. Tornou-se o primeiro oficial negro do exercito dos EUA a solar um avião. Dos 13 primeiros alunos de Tuskegee, o capitão Davis e mais quatro pilotos ganharam suas asas em março de 1942.

A instrução primaria era feita normalmente no biplano Stearman PT 17 fora da cidade de Tuskegee. O treino básico acontecia no Vultee BT 13A e o avançado no AT-6, ambos em Tuskegee e ministrado por instrutores brancos. Os treinos de tiro real eram feitos na base aérea do exercito de Eglin, Florida, com aviões AT-6. depois da formatura em Tuskegee e já familiarizado com o Curtiss P-40, os Pilotos recebiam instruções de voo acrobático e em formação em Selfridge Field, Michigan. Já na Europa, usaram o P-51B Mustang que ficaram famosos por suas caudas vermelhas.

Sobre o EsquadrãoTuskegee Airmen, vejamos o que disse o General Ronald R. Fogleman, Chefe do Estado-Maior, Força Aérea dos Estados Unidos: “O Ten Gen Benjamin O. Davis, Jr., sofreu cerca de 4 anos de brutal isolamento em West Point por causa do preconceito dos cadetes contra os afro-americanos. Mas ele perseverou e obteve sua patente. Ao ingressar no serviço ativo, enfrentou diversas formas de preconceito, mas a oportunidade de servir seu país não lhe seria negada. Buscou com denodo a oportunidade de voar e chefiou o núcleo inicial dos Tuskegee Airmen no treinamento de vôo, em 1941.

Em seguida, comandou o primeiro esquadrão de caça dos Estados Unidos em combate na Segunda Guerra Mundial inteiramente composto por negros, ajudando a provar falsos os mitos da incapacidade dos negros para voar e combater.

Depois disso, o General Davis liderou o primeiro grupo de caça inteiramente composto por negros na Europa, distinguindo-se grandemente. Seu 332º Grupo de Caça não perdeu um único bombardeiro em 200 missões de escolta. O Grupo recebeu, além disso, uma Citação de Unidade Emérita por uma missão de escolta a Berlim, de 1600 milhas, que resultou na derrubada de 3 jatos Me-262, em março de 1945.

Em última análise, o General Davis teve uma longa e ilustre carreira militar durante a qual desempenhou um papel central na integração bem sucedida dos afro-americanos na nossa Força Aérea. Podemos aprender muito com sua perseverança extraordinária e com sua disposição de subordinar os interesses pessoais ao serviço de seu país, mesmo nas circunstâncias mais adversas.”

Enfim: os aviadores negros foram tão meticulosamente treinados e cobrados que acabaram se tornando uma das melhores (talvez a melhor) equipes aéreas americanas na guerra. E, no entanto, ironicamente, apesar de soldados notáveis e heróicos, se estivessem no mesmo trem com prisioneiros alemães (brancos) teriam de ceder seus lugares a eles – um absurdo deplorável…

O filme Red Tails

A história do filme é assinada por George Lucas, que também financia o longa. O nome Red Tails vem das traseiras dos aviões pintadas de vermelho durante a Segunda Guerra Mundial, da esquadra dos Tuskegee Airmen.

Aeronave: North American P-51B Mustang
Operador & Registro: USAAF | Red Tails
Kit: Hasegawa
Escala: 1/72
Número Hangar: SR01210