Boeing 767-300ER | Hawaiian Airlines

Este é um Boeing 767-300ER da Hawaiian Airlines. Lindo… O kit é Revell e os decais Flying Colors. Uma coisa legal do decal é que há janelas em várias posições de protetores de sol, tanto o totalmente abaixado quanto em posições intermediárias. Há ainda apenas o frame prata. Dá para “brincar um pouco”. Há nomes e números para fazer a frota toda da empresa. O duro é cortar os números pequenos para fazer a porta do trem dianteiro. Também reparem que fica legal os detalhes em preto e prata que venho fazendo nos últimos kits (pequenos pontinhos na fuselagem e motores), pois parecem reais assim. Rodas dianteiras em posição de manobra também dão mais vida ao kit, logo eu fiz isso também. Depois coloquei e pintei as antenas (há várias) e pronto.

Ficha Técnica:

Aeronave:  Boeing 767-300
Registro: Hawaiian Airlines (N581HA)
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00776

Boeing 737-700 | SAS

Este Boeing 737-700 reformado, modificado de Boeing 737-800 da Revell foi meu 8º kit do ano. Não tinha muitas opções de pintura para este avião. São poucas empresas com 737-700, já tenho meu Gol nesta versão e, assim, resolvi partir para uma versão “fantasy”. Pensei as opções que tinha e parti para fazer um SAS nas cores antigas, anos 50, usada nos DC-6. Óbvio que usei um decal de DC-6 da Minicraft, mas também vieram partes de 747 SAS da Revell e detalhes da minha caixa de decais velhos/utilidades, rsrsrsrs O resultado me surpreendeu: um belo retrojet da Scandinavian Airlines System. Depois vi que eles fizeram um A320 retrô, mas na minha opinião, o meu tá melhor.

Ficha Técnica:

Aeronave:  Boeing 737-700 
Registro: SAS – LN-LMO
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00948

Airbus A320-200 | Canadian Airlines

Mais um, o 6º kit de 2011, um Airbus A320 reformado. É um antigo kit Revell que comprei no Mercado Livre (como os 737 EasyJet e SAS) e estava em estado lastimável, as asas cheias de ondulação (ainda tem um pouco, mas tá bem melhor)… O bonito esquema da Canadian (circa 2001) foi feito com decais BD, mas antigos. Só posso dizer que tem dimensões erradas, que deram trabalho para serem acertados na deriva. A asa do goose (ganso) é feita em pedaços separados e para deixar “mais ou menos” como o avião real, precisei de dar retoques. A parte vermelha foi parte decal, parte pintura. O decal está completamente errado na frente… No geral, está bonito. Mas deu trabalho… rsrsrs

Ficha Técnica:

Aeronave:  Airbus A320-200 
Registro: Canadian Airlines – C-FLSF
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00947

Boeing 727-100 | Transbrasil

Hangar de Plástico | Boeing 727-100 | Transbrasil

Em 1974 a Transbrasil recebeu seu primeiro 727-100, chegando a ter 22 aeronaves deste tipo, sendo considerada a maior operadora de jatos 727 em toda a América do Sul. Seus 727 tinham o apelido de Trijatões e formaram a espinha dorsal da frota, realizando a partir de outubro de 1974, a Rede Postal Noturna, em contrato com os Correios, que faziam os 727 da empresa operar durante o dia com configuração de passageiros (117 lugares) e, durante a noite, como cargueiros, transportando malotes postais. Esta conversão rápida era possível graças aos modelos C (Combi – 04 unidades) e QC (Quick Change – 06 unidades) operados. Os 727-100QC tinham um kit desenvolvido pela Boeing, que permitia a retirada (por trilho até a porta lateral de carga) de todos os assentos, galleys e lavatórios, na ordem correta em apenas alguns minutos.

Com a Rede Postal Noturna, vários 727 eram usados 24 horas por dia, com uma das mais altas taxas de utilização deste modelo no mundo, à época. Uma encomenda de 727-200 Advanced foi cogitada, mas a empresa preferiu manter os 727-100 em uso e trocá-los diretamente por modelos de nova geração. No final dos anos 80, mais precisamente em 1989, a empresa vendeu seu último 727, passando a operar com Boeings 707, 737 e 767.

Os 727 da Transbrasil são famosos em nosso país por serem coloridos, primeiro lembrando a Braniff, com esquemas em duas cores e depois como um arco-íris. A empresa do comandante Omar Fontana, ele próprio um revolucionário na indústria aeronáutica brasileira, sempre inovadora. O primeiro sistema de pintura era intitulado “Energia Colorida” e nele cada aeronave representava diferentes modalidades de obtenção de energia.

Assim, tivemos a Energia Petrolífera homenageada no PT-TYU, a Energia Solar no PT-TYT, a Energia Solar II no PT-TYR, a Energia Eólica no PT-TCA e a Energia Cinética no primeiro esquema do PT-TYS. As pinturas mudavam sempre e apenas o primeiro 727 da empresa, o PT-TCA, ostentou nada mais nada menos do que 5 pinturas diferentes nos oito anos em que voou pela a empresa.

Em 1978 começaram a surgir os primeiros 727 pintados no novo esquema, conhecido como Arco-Íris. Isso aconteceu, segundo Gianfranco Betting (ex-diretor da empresa e entusiasta da Transbrasil), com a chegada do PT-TYM em setembro de 1978. Segundo ele, “Omar resolveu colocar ‘todo o espectro solar’ em cada avião. Encomendou à sua house-agency, Intermarket, o novo visual. Inicialmente, a pintura contemplava uma fuselagem bege (escolha do próprio Omar) e as cores do arco-íris na cauda. Aplicadas pelos pintores da empresa, estes tentaram, sem sucesso, misturá-las em suaves passagens umas às outras, utilizando somente a pistola de pintura. Esta pintura acabou tendo um caráter experimental: o resultado deixou muito a desejar.”

Hangar de Plástico | Boeing 727-100 | Transbrasil

Após a pintura do PT-TYM neste padrão, resolveu-se que o esquema precisava ser melhorado e assim, os designers da Intermarket foram acionados mais uma vez para encontrar uma solução que foi logo posta em prática: a aplicação de listas claramente definidas, com diferentes larguras, criando de longe um efeito de fusão cromática-exatamente como fizera a Air France alguns anos antes. Aliás, essa semelhança com a pintura da Air France foi motivo até mesmo de uma nota da revista Flap Internacional na época. A fuselagem também foi modificada e do bege, mudou para um branco profundo e que contrastava com o arco-íris da cauda, tornando a empresa brasileira mundialmente conhecida pelas suas cores. Cada aeronave ainda tinha os logotipos da empresa, detalhes das portas e asas pintados nas diversas cores do arco-íris, execeto o amarelo, que ficaria muito apagado.

Assim, tivemos quatro aeronaves de logotipo e asas em vermelho (TCHTYITYPTYU), cinco em verde (TCATCE,TCGTYNTYQ), três em violeta (TCITYMTCD), quatro em laranja (TCBTCFTYRTYT), quatro em azul médio (TCC,TYHTYOTYS) e três em azul claro (TYJTYKTYL). A fuselagem também sofreu uma sensível alteração: passou a ser pintada num tom quente de branco (a Boeing possui mais de trinta tipos diferentes de cor branca para escolha de seus clientes), ao invés de bege. O PT-TYO foi pintado por pouco tempo, experimentalmente, na cor ocre, sendo depois pintado em azul médio.

Hangar de Plástico | Boeing 727-100 | Transbrasil

Este esquema de cores permaneceu nem uso até 1998, quando o último esquema, nunca usado em modelos 727, foi implementado. Porém, desde 1986 algumas variações foram utilizadas, em especial nos modelos 737 e 767, pois as asas pararam de ser pintadas nas cores do logotipo, por medida de economia. Na sequência, em 1990, apenas o azul médio (conhecido na Transbrasil como Azul Índigo) passou a ser a cor oficial da empresa e todos os aviões daí em diante passaram a ter logotipos, portas e marcas apenas nesta cor. Por iniciativa de Gianfranco Betting, em 1995, o tom quente de branco (que parecia sujo com muita facilidade) foi substituído por outro, no mesmo padrão da Lufthansa.

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Boeing 727 Transbrasil

Ficha Técnica:

Aeronave:  Boeing 727-100
Registro: Transbrasil – PT-TYI
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00950

Aeronave:  Boeing 727-100
Registro: Transbrasil – PT-TYQ
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01000

Aeronave:  Boeing 727-100
Registro: Transbrasil – PT-TYJ
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01001

Boeing 737-800 | Kulula Airways

Hangar de Plástico | 737-800 Kulula

E um outdoor bem animado, rsrsrs Esta aeronave é um 737-86N, o 455º 737NG construído, serial 28612. Foi aos céus pela primeira vez em 14.12.1999 e pertence à GECAS. Já operou com a Sun Express, Futura, Ryanair e New Axis Airways antes de ser alugado para a Kulula da África do Sul em 01.2010. O esquema de pintura bem humorado, marca registrada da empresa, chama-se Flying 101 e mostra por marcações onde estão os sistemas da aeronave, é muuuito legal. Ostenta a pintura até hoje.

A Draw Decal que fez o decal (código 44-737-119, preço de 12 libras) sugere a cor H16 da Gunze Sangyo (yellow green) ou Humbrol H38. Como eu não tinha nenhuma delas, a mistura foi Tamiya X-15 (light green) com um verde também claro da Acrilex, ambas à base de água. Ficou fosco (que corrigi no verniz final), mas no tom certo, ao menos para mim. Há muitas variações nas fotos, em face da quantidade de luz no avião em cada foto. Porém, como eu disse, para mim está ok e isso é o que me importa. Eles sugerem ainda um primer amarelo ao invés de cinza, para dar mais luz ao verde, mas eu fui de cinza mesmo.

Concordei com eles na questão de fechar portas e janelas, pois elas vem todas junto com a pintura em si, se as marcações do kit estiverem visíveis, vai ficar ruim… Ah, nestas fotos, antes do verniz, dá para ver a diferença entre a área final do decal e a pintura, mas após a aplicação do verniz brilhante, a diferença sumiu… Os decais são bons, mas a tendência é de partir. Assim, comecei e achei até que perderia o decal. Foi quando resolvi dar uma camada de verniz nele e dividir em seções menores para consegui terminar. Porém, fica o aviso: verniz e cuidado, pois mesmo assim, ele é extenso e quebradiço.

Ficha Técnica:

Aeronave:  Boeing 737-800 
Registro: Kulula – ZS-ZWP
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01110