Boeing 757-200 | Northwest (NC)

Kit Minicraft com a nova pintura da Northwest. A tinta desta versão de pintura da empresa foi complicada de simular, porquê é um pérola que em certas situações parece prata, em outras mais pérola mesmo, variando com as condições de luz. Usei tinta automotiva com uma cor Volkswagen, Gol branco perolizado, 1993. O resultado ficou bom (é perolizado, mas o efeito não aparece nas imagens) comparado com o avião real, o N521US como voava em 2010.

O kit foi feito com winglets, porque a frota da Northwest está recebendo este acessório. Os decais são BD/GIO decals. O baixo número dele na coleção mostra que ele substituiu um kit antigo, trocado.

Aeronave: Boeing 757-200
Operador & Registro: Northwest | N521US
Kit: Minicraft
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00009

Boeing 757-200 | United

Boeing 757-200, Minicraft, reformado. O decal utilizado foi um Aviagraphics e o novo letreiro UNITED foi custom made. O N572UA deverá ser o primeiro United a ser pintado nas novas cores da empresa, basicamente um Continental Airlines. É um avião bonito e com uma pintura nova. Gostei do resultado.

Ficha Técnica:

Aeronave:  Boeing 757-200
Registro: United Air Lines
Kit: Minicraft
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00877

Boeing 757-200 | Transbrasil

Boeing 757 | Transbrasil

As imagens acima e abaixo mostram o PT-TAB, que seria o primeiro Boeing 757-200 da Transbrasil, em 1982/1983 e o PT-TBB, que seria o segundo. São kits na escala 1/144 com decais feitos por mim mesmo. Assim, são aeronaves únicas no mundo. Mas, no fórum Papo de Hangar, em breve estarão ao dispor dos modelistas, para download. Vamos povoar o mundo de 757’s coloridos.

Apenas para ilustrar, a história dos 757 na Transbrasil é a seguinte: os slots dos seriais 22782, 22783 e 22784 seriam modelos 757-2Q4 (Q4 era o código Transbrasil na Boeing) e não foram construídos. Além deles, o slot 24635 produziu aeronave cargueira com este serial para a Transbrasil (757-23APF), que seria o famoso PT-TDA. Não foi recebido pela empresa em 1990, ficou pintado de branco na Boeing por seis meses e foi depois para a Ansett e por várias empresas até, em 01.07.2002, nas cores da DHL, colidir com um TU-154 sobre a Alemanha.

Segundo o livro “Breve História da Aviação Comercial Brasileira” de Aldo Pereira, em 18.08.1981 a Transbrasil anunciou que desejava trocar seus 17 Boeing’s 727-100 por 3 modelos 767-200 e 9 modelos 757-200, em uma encomenda de 418 milhões de dólares. Após, em 24.05.1982, Omar Fontana, dono da empresa, anunciava que pretendia ter um total de 12 aeronaves 757-200 operando em um prazo de cinco anos. Os primeiros nove 757 foram encomendados junto com os 767 (razão dos três slots iniciais), mas em 19.03.1983 a empresa anunciou que iria adiar indefinidamente a compra dos modelos 757-200, mantendo apenas a encomenda dos 767-200, que teve sua primeira unidade em solo brasileiro exatamente às 08h00 do dia 18.06.1983. Já a história do cargueiro no início dos anos 90, não foi uma encomenda da Transbrasil em si, mas da subsidiária Aerobrasil, apesar de estar em seu nome. Isso ocorreu quando Omar estava afastado da empresa. Ao retomar a direção, mesmo com uma aeronave (das três encomendadas) já produzida, cancelou a operação e, assim, o Boeing 757 nunca operou na Transbrasil de fato.

Mas, no Hangar de Plástico, o Boeing 757-200 tem as cores da Transbrasil. Clique AQUI para ver o PT-TAB (laranja) e AQUI para ver o PT-TBB (azul).

boeing 757-200 | transbrasil

Ficha Técnica:

Aeronave:  Boeing 757-200
Registro: Transbrasil – PT-TAA (Azul)
Kit: Minicraft
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01081

Ficha Técnica:

Aeronave:  Boeing 757-200
Registro: Transbrasil – PT-TAB (Laranja)
Kit: Minicraft
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01082

Transbrasil | Boeing 757-200

Hangar | Boeing 757-200

Novo projeto iniciado… Estou finalizando os decais, que terão quatro opções de cores: PT-TAB (Laranja), PT-TBB (Azul), PT-TDB (Verde) e PT-TEB (Vermelho). Em uma “votação” realizada no meu blog e no Café Modelismo para saber qual das cores eu deveria fazer. Da votação, sairam vencedores os PP-TAB & PP-TBB, ou seja, LARANJAAZUL.

Apenas para ilustrar, a história dos 757 na Transbrasil é a seguinte: os slots dos seriais 22782, 22783 e 22784 seriam modelos 757-2Q4 (Q4 era o código Transbrasil na Boeing) e não foram construídos. Além deles, o slot 24635 produziu aeronave cargueira com este serial para a Transbrasil (757-23APF), que seria o famoso PT-TDA. Não foi recebido pela empresa em 1990, ficou pintado de branco na Boeing por seis meses e foi depois para a Ansett e por várias empresas até, em 01.07.2002, nas cores da DHL, colidir com um TU-154 sobre a Alemanha.

Segundo o livro “Breve História da Aviação Comercial Brasileira” de Aldo Pereira, em 18.08.1981 a Transbrasil anunciou que desejava trocar seus 17 Boeing’s 727-100 por 3 modelos 767-200 e 9 modelos 757-200, em uma encomenda de 418 milhões de dólares. Após, em 24.05.1982, Omar Fontana, dono da empresa, anunciava que pretendia ter um total de 12 aeronaves 757-200 operando em um prazo de cinco anos.

Os primeiros nove 757 foram encomendados junto com os 767 (razão dos três slots iniciais), mas em 19.03.1983 a empresa anunciou que iria adiar indefinidamente a compra dos modelos 757-200, mantendo apenas a encomenda dos 767-200, que teve sua primeira unidade em solo brasileiro exatamente às 08h00 do dia 18.06.1983. Já a história do cargueiro no início dos anos 90, não foi uma encomenda da Transbrasil em si, mas da subsidiária Aerobrasil, apesar de estar em seu nome. Isso ocorreu quando Omar estava afastado da empresa.

Ao retomar a direção, mesmo com uma aeronave (das três encomendadas) já produzida, cancelou a operação e, assim, o Boeing 757 nunca operou na Transbrasil de fato.