Boeing 767-300ER | Aeroflot

Quem diria, nos anos 80, que a Aeroflot usuaria aeronaves Boeing? São nove aeronaves do modelo 767-300ER, com capacidade de 299 assentos, que entraram na frota em janeiro de 2006, arrendados da ILFC. O kit é Zvezda (by Osni Vieira) na escala 1/144, com decais originais da marca, ruins, tanto na qualidade quanto na cor. Representa o Boeing 767-306ER, serial 27959, line number 609, construído em 1996 para a KLM e entregue para a Aeroflot em 03.06.2006.

Aeronave: Boeing 767-300ER
Operador & Registro: Aeroflot
Kit: Zvezda
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01403

Boeing 767-300 | Varig (2008 colors)

Esse é o PR-VAA, um Boeing 767-33A/ER, serial 27909, o 767 de número 591 na linha de produção. Hoje voa na Ethiopian. Já operou, além desta e da Varig, com a Lauda Air, Vietnam Airlines, Qantas and Air China. Abaixo a aeronave verdadeira na época retratada no kit, marca Revell na escala 1/144, com diversos detalhes e excelente acabamento, by Marcelo Minoru.

Aeronave: Boeing 767-300ER
Operador & Registro: Varig | PR-VAA
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00767

Boeing 767-300 | Varig (OC)

É quase como ver um retrojet, mas é um Boeing 767-341 da Varig com a pintura que ostentou até 2004. Aliás, voei em uma aeronave com esta pintura em 1998 para Santiago do Chile, na ida e na volta. Esse é o PP-VOL, um Boeing 767-341ER, um legítimo variguiano, serial 24844, o 767 de número 324 na linha de produção. Mais tarde ganhou winglets e foi voar na TUI Airlines da Bélgica em uma pintura belíssima, parecida com a da Aerolineas Argentinas.

A HISTÓRIA DO BOEING 767

O Boeing 767 é um avião bimotor desenvolvido e fabricado pela fabricante norte-americana Boeing. É famoso por ter sido usado nos atentados de 11 de Setembro. O modelo foi introduzido juntamente com o 757, no final da década de 1980. É um widebody, ou seja, têm a fuselagem larga com dois corredores e configuração de assentos 2x3x2 na classe econômica. O Boeing 767, com um longo alcance e baixo custo operacional, foi o principal responsável pela grande popularização dos vôos transatlânticos entre a década de 1970 e a década de 1980. É a aeronave que mais cruza o Oceano Atlântico diariamente e, espera-se, será substituído futuramente pelo 787.

O Boeing 767 foi projetado para receber entre 200 e 300 passageiros, e surgiu para atender uma exigência do mercado, que necessitava de uma aeronave intermediária entre o modelo 737 e o 747. Fez seu primeiro vôo em 26 de setembro de 1981. Tratava-se de um 767-200, matriculado como N767BA e dotado de dois motores Pratt & Whitney modelo JT9D de 50 mil libras de empuxo cada. O 767 também foi a primeira aeronave widebody projetada para que apenas dois pilotos pudessem comanda-la, não exigindo um terceiro tripulante, o engenheiro de vôo.

Sua história teve início em 14 de julho de 1978 com a encomenda de 30 modelos pela United Airlines. Em 19 de agosto de 1982 o primeiro 767 foi entregue, porém, a aeronave só entrou em serviço em 8 de setembro de 1982, quando realizou a rota Chicago-Denver. Em março de 1984 surgiu o 767-200ER, uma versão que tem um alcance superior, mesmo quando muito pesado, e um tanque central adicional para permitir vôos ainda mais longos. A primeira companhia a opera-lo foi a Ethiopian Airlines.

Ainda durante o início da década de 1980, a Boeing fazia estudos para conceber uma versão um pouco maior do 767. O resultado foi o 767-300, que possui 6,4 metros a mais de comprimento que o modelo -200, teve seu projeto iniciado em 29 de setembro de 1983, quando a Japan Airlines encomendou a aeronave. O primeiro 767-300 foi entregue em 25 de setembro de 1986, e entrou em operação em 20 de outubro do mesmo ano. Ainda no ano de 1986 a Boeing realizou o primeiro vôo, da versão com alcance estendido, do modelo -300, o 767-300ER, que teve como primeira operadora a American Airlines, que recebeu a primeira aeronave em 19 de fevereiro de 1988. Anos mais tarde, surgiu a versão cargueira deste modelo, dando origem ao 767-300ERF, que teve como primeira operadora a UPS (United Parcel Service).

O 767 tornou-se uma das aeronaves mais populares para a realização de vôos de travessia do Atlântico, e foi uma aeronave pioneira no uso de ETOPS (Extended Twin-Engine Operations), que é um certificado que as aeronaves bimotoras recebem para poder voar mais tempo sobre áreas aonde não existe uma alternativa próxima. Quase 20 anos após o início do programa do 767, a Boeing lançou em 1997 o 767-400, que tem 6,4 metros a mais de comprimento que o modelo -300, e 12,8 metros a mais que o modelo -200. Devido ao novo tamanho da fuselagem, o trem de pouso do 767-400 teve sua altura aumentada em 46 centímetros. Também foram feitas mudanças nos pneus, rodas e freios, que neste modelo, são compatíveis com o Boeing 777. Mudanças no cockpit e na cabine de passageiros também foram feitas, seguindo o estilo do 777. O 767-400 entrou em serviço em 14 de setembro de 2000, com as cores da companhia americana Continental Airlines.

O BOEING 767 NA VARIG

O primeiro Boeing 767, modelo -200 (prefixo PP-VNL), veio em 1986, inicialmente entregue à empresa aérea norueguesa Braathens (em 1987 receberia os seus próprios 767 na versão -200ER e novos de fábrica). Os 767 foram, para alguns, os aviões de maior importância na história da Varig desde os DC-3. Eles voavam para Europa e América do Norte sem escalas em com baixo custo de operação.

Estes aviões operaram mais de 26 anos na Varig e até o final, um 767-200ER e três 767-300ER voaram na VRG (sob controle da Gol) cumprindo rotas domésticas de alta densidade e vôos para o Caríbe. Os Boeing 767 foram os aviões que operaram com mais esquemas de pintura, desde o adotado em 1950 com a chegada dos DC-3, até o operado atualmente. No total foram 5, os dois citados mais as cores de 1997, com a cauda Azul e a estrela amarela, as de 2004, com o nome Varig em destaque na fuselagem e o esquema utilizado pela Varig antes do novo instalado pela GOL, o mesmo das cores de 2005 porém com a parte inferior Branca. Os aviões também operaram com os dois esquemas da Star Alliance e o da Copa do mundo de 2002.

Aeronave: Boeing 767-300
Operador & Registro: Varig | PP-VOL
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00726

Boeing 767-200 | Transbrasil

Kit Hasegawa na escala 1/200 mostrando o Boeing 767-200 nas belíssimas cores da Transbrasil, como recebido em 1982. A empresa foi a primeira operadora na América Latina do Boeing 767-200 e o PT-TAA foi uma das estrelas do salão de Le Bourget na França em 1983. A empresa operou um total de nove aeronaves do modelo 200: PT-TAA, TAB, TAC, TAG, TAH, TAI, TAJ e TAK e o N604TW.

O Boeing 767-200 de prefixo PT-TAA (Serial 22921) voou pela primeira vez em 04.05.1983 como N8277V, assumindo em Junho a matricula N4574M com a qual se apresentou em Le Bourget com pintura completa da Transbrasil, com asas e detalhes (contorno de portas, nome da aeronave, prefixos e logotipo da empresa) em azul médio. Em 23.06.1983 foi entregue com o prefixo PT-TAA e voou até o fim das operações da empresa em 3.12.2001. A aeronave foi abandonada em Brasília e foi vendida como sucata em 2014.

Ficha Técnica:

Aeronave:  Boeing 767-200 
Registro: Transbrasil – PT-TAA
Kit: Hasegawa
Escala: 1/200
Número Hangar: SR00968

Boeing 767-300ER | Hawaiian Airlines

Este é um Boeing 767-300ER da Hawaiian Airlines. Lindo… O kit é Revell e os decais Flying Colors. Uma coisa legal do decal é que há janelas em várias posições de protetores de sol, tanto o totalmente abaixado quanto em posições intermediárias. Há ainda apenas o frame prata. Dá para “brincar um pouco”. Há nomes e números para fazer a frota toda da empresa. O duro é cortar os números pequenos para fazer a porta do trem dianteiro. Também reparem que fica legal os detalhes em preto e prata que venho fazendo nos últimos kits (pequenos pontinhos na fuselagem e motores), pois parecem reais assim. Rodas dianteiras em posição de manobra também dão mais vida ao kit, logo eu fiz isso também. Depois coloquei e pintei as antenas (há várias) e pronto.

Ficha Técnica:

Aeronave:  Boeing 767-300
Registro: Hawaiian Airlines (N581HA)
Kit: Revell
Escala: 1/144
Número Hangar: SR00776