Boeing 747-200 | Air France

A história do Boeing 747 é icônica na aviação comercial. Trata-se de uma aeronave a jato usada no âmbito civil e militar para transporte de passageiros e de carga, referida com frequência como Jumbo Jet ou Queen of the Skies (Rainha dos Céus). O desenho característico da parte superior frontal da sua fuselagem a tornou uma das aeronaves mais reconhecíveis do mundo, sendo também o primeiro wide-body produzido em massa. Fabricada pela Boeing nos Estados Unidos, a versão original do 747 tinha duas vezes e meia mais capacidade de passageiros que o Boeing 707 que substituiu na época, o avião comercial mais usado nos anos 60.

O primeiro voo comercial do 747 ocorreu em 1970 e, desde então, o 747 ostentou o recorde de capacidade de passageiros durante 37 anos. O quadrimotor tem, na parte dianteira, dois andares para passageiros, sendo o restante espaço para a cabine de voo, carga e combustível. A parte superior da aeronave foi desenhada para acomodar passageiros de primeira classe, um lounge ou simplesmente para aumentar a capacidade de lugares, sendo também possível em algumas versões, remover todos os assentos para aumentar a capacidade de carga, incluindo uma porta de carga frontal. Esperava-se que o 747 vendesse apenas 400 exemplares, mas o Jumbo excedeu as expectativas, passando em 1993 a marca dos 1000 exemplares construídos e, até Junho de 2018, 1545 exemplares haviam sido construídos, estando encomendadas 23 aeronaves no padrão 747-8F.

Em 15 de Janeiro de 1970, a Primeira-Dama dos Estados Unidos, Pat Nixon, baptizou o primeiro 747, pertencente à Pan Am, no Aeroporto Internacional de Dulles, em Washington. Em vez de champanhe, água vermelha, azul e branca foi pulverizada na aeronave. O 747 entrou ao serviço no dia 22 de Janeiro de 1970, efectuando a rota da Pan Am entre Nova York e Londres. O 747-100 foi a variante original lançada em 1966. Os primeiros 747-100 foram construídos com seis janelas no piso superior da fuselagem (três de cada lado) para acomodar um lounge, que serviria como zona de lazer. Como as companhias aéreas começaram a usar este piso superior para acomodar assentos de primeira classe, a Boeing ofereceu uma versão com 10 janelas. Alguns -100 foram modificados para conter mais janelas. O -100 foi equipado com motores Pratt & Whitney JT9D-3A. Nenhuma versão de cargueiro foi construída a partir desta variante, porém muitos 747-100 foram convertidos em cargueiros.[90] Um total de 167 exemplares foram construídos.

A Air France foi formada em 7 de Outbro de 1933 na fusão da Air Orient, Air Union, Compagnie Générale Aéropostale, Compagnie Internationale de Navigation Aérienne (CIDNA) e Société Générale de Transport Aérien (SGTA). A companhia aérea iniciou operações regulares com jato na década de 1960 com o Sud Aviation Caravelle e o Boeing 707. A empresa se tornou uma das primeiras operadoras do Boeing 747 em 1970 e, eventualmente, teve uma das maiores 747 frotas do mundo, até retirar o modelo de operação em 2016 (veja aqui a retirada de operação do último 747 da empresa). Ao todo, operou os modelos 100, 200, 300, e 400, utilizando-se 52 aeronaves. Só não operou os modelos SP e o mais novo, 747-8.

Este kit Revell (H-177), na escala 1/144, representa o Boeing 747-128, que operou nos Anos 70 e 80 (vejam foto real abaixo), serial 19750, o 747 de número 22 na linha de montagem, que foi operado pela Air France de Março de 1970 a Agosto de 1995. Esta bela representação, de um sujo F-BPVB (visto acima em 1988, na foto de Stefano Orsucci), o segundo 747-100 da Air France, foi feita pelo talentoso modelista Anthony Bell para o Hangar de Plástico.

Aeronave: Boeing 747-128
Operador & Registro: Air France | F-BPVB
Kit: Revell (H-177)
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01428

Boeing 747SP | Pan Am

O Boeing 747 trouxe para aviação um novo parâmetro com capacidade e desempenho impressionantes na época de seu lançamento, em 1969, e sempre foi referência no campo dos grandes aviões comerciais, conhecido como “Jumbo” e também “Rainha dos Ares”. A primeira geração do Jumbo, o 747-100, tinha alcance de 9.800 km e uma capacidade média para 360 passageiros. Era o maior avião do mundo, com 70,6 metros de comprimento,  capaz de ligar continentes voando a velocidade máxima de 955 km/h.

Em razão de suas rotas, a empresa que convenceu a Boeing a criar o Jumbo, a lendária Pan American World Airways (Pan Am) pediu para a Boeing em 1973, uma versão capaz de cobrir duas vezes o alcance do 747 normal. A ela se juntou a Iran Air, que também desejava um avião com mais alcance. A Boeing optou por redesenhar o 747 e mudá-lo radicalmente, começando por diminuir seu peso. Menos 30 toneladas de peso e 16 metros de comprimento e uma grande reengenharia no estabilizador vertical, que tem 20 metros de altura.

Podia transportar até 400 ocupantes, mas em geral tinha entre 220 e 250 lugares nos seus operadores. O “Baby Jumbo” podia voar a até de 12.320 km de distância, alcance que apesar de ser o maior da época, era menor do que o desejado. Operado de 1976 em diante, foi recebido pela Iran Air (4 unidades), South African Airways (SAA, com 5 unidades) e a própria Pan Am (11 unidades). No total, 45 aeronaves foram compradas entre os anos de produção, 1976 e 1989.

Era especializado em voos transcontinentais e aumentou a frequência de viagens sem escalas para os EUA partindo de países da Ásia, Oriente Médio e África. O que antes exigia parada para reabastecimento, se tornou um voo non-stop. O 747SP foi iniciou uma série de voos regulares de longa distância com destino a Nova York partindo de cidades como Tóquio, Johanesburgo e Buenos Aires direto para New York. Ele estabeleceu diversos recordes: em 1976 um 747SP da Pan Am deu a volta ao mundo com apenas duas paradas. A aeronave decolou de New York, pousou em Nova Delhi, na Índia e em seguida em Tóquio para em retornar ao ponto de origem. A viagem durou 46 horas e 26 minutos e cobriu uma distância de 37 mil quilômetros.

Este recorde foi quebrado por ele mesmo durante as celebrações dos 50 anos da Pan Am quando efetuou um voo especial, conhecido como “Pan Am Flight 50”. Em 28.10.1977, o 747SP-21 Clipper New Horizons, N533PA (ex- Clipper Liberty Bell) voou de San Francisco para Londres, Cidade do Cabo e Auckland, na Austrália, completando uma volta ao globo voando sobre os polos sul e norte em 35 horas e 54 minutos.

Para comemorar este dia 4 de Julho, o 747SP-21 deste post, N540PA, que tinha o nome de China Clipper, serial 21649, voou pela primeira vez em 01.05.1979 e foi entregue dez dias depois para a Pan Am. Em 1986 passou para a United Airlines como N149UA e segue operando ainda em 2018. Desde 1995 se tornou aeronave executiva e voou para os governos de Brunei e Bahrein e, em 2008 foi vendido para a Las Vegas Sands Corporation com o prefixo VQ-BMS.

O kit é um vacuumform da Welsh by Guick.

Aeronave:  Boeing 747SP
Operador & Registro: Pan Am | N540PA
Kit: Welsh Models (SL293V)
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01324

Douglas DC-7C | KLM

dc-7c seven seas | KLM

O Douglas DC-7 tinha o nome de Seven Seas em razão de seu grande alcance, capaz de cruzar Oceanos. Ele foi um avião quadrimotor a pistão, fabricado na década de 1950 pela companhia norte-americana Douglas em Santa Monica, California em um design que sucedeu o DC-6B. Foi o último grande avião quadrimotor a pistão fabricado pela Douglas, como também um dos primeiros aviões capaz de cruzar o Atlântico Norte sem escalas. Seu primeiro voo aconteceu no dia 18.05.1953.

O modelo surgiu quando a American Airlines solicitou junto ao fabricante um avião com maior capacidade e autonomia que o DC-6. No entanto, curiosamente, o primeiro modelo foi entregue para a Pan American. Trata-se de uma evolução mista entre o Douglas DC-4 e Douglas DC-6. As asas derivavam do DC-4, na mesma envergadura, com uma fuselagem bem maior e motores Wright Turbo Compound RR-3350, que lhe garantiam uma velocidade de Cruzeiro de 550 km/h e um alcance de 5.810 km, com 100 passageiros.

Com 338 unidades fabricadas até 1958, o DC-7 foi um desbravador voando em rotas entre os Estados Unidos e Europa e Ásia, mas logo ofuscado pela chegada dos jatos, o Comet, Caravelle, Boeing 707 e DC-8. Os modelos novos foram encomendados e entregues para: Alitalia, American Airlines, BOAC, Braniff Airways, Caledonian Airways, Delta Air Lines, Eastern Air Lines, Japan Airlines, KLM, Mexicana de Aviación, National Airlines, Northwest Orient, Panair do Brasil, Pan American World Airways, Sabena, SAS, South African Airways, Swissair, Turkish Airlines, Transports Aériens Intercontinentaux e United Airlines.

Entre 1957 e 1965 o tipo foi operado no Brasil pela Panair, num total de 6 unidades, 2 recebidos novos da fábrica. Sofre um um total de 79 acidentes e incidentes em suas muitas décadas de operação (1953-1988), com um total de 714 fatalidades.  No Brasil, em 01.11.1961, a aeronave DC-7C prefixo PP-PDO estava voando da Ilha do Sal para Recife quando caiu em uma colina a 2,7 km do aeroporto, em acidente atribuído a um erro do piloto, que custou a vida de 88 pessoas.

O Douglas DC-7C Seven Seas prefixo PH-DSE (serial 45184, line #816) foi operado pela empresa Holandesa KLM, que possuía um total de 15 modelos do tipo, sendo vendido em 11.12.1969 como cargueiro para a Irlandesa Air Turas (EI-ATT) e, depois, em 08.1971 para a Affretair (TR-LQC) do Gabão. Foi retirado de uso e visto pela última vez em Salisbury, Rhodesia, em 1973.

Saiba mais sobre o DC-7 clicando AQUI.

O modelo mostrado neste post é um Revell, na escala 1/122, lançado pela primeira vez em 1955 com a pintura da American Airlines, kit H-219-98. Foi lançado sucessivas vezes até 2005 pela Revell, além de outras empresas, como a Lodela no México e a Kikoler-Revell no Brasil. É um modelo extremamente simples, mas que fica muito bonito montado, como se pode ver. Foi montado com a pintura de entrega do PH-DSE em 31.05.1957.

dc-7c seven seas | KLM

dc-7c seven seas | KLM

dc-7c seven seas | KLM

Aeronave:  Douglas DC-7 Seven Seas
Operador & Registro: KLM | PH-DSE
Kit: Revell
Escala: 1/122
Número Hangar: SR01593

Boeing 727-200 | Hughes Airwest

O Boeing 727 é uma aeronave Norte-Americana, narrow-body. Um trijato, com cauda em “T” criado nos Anos 60 para impulsionar a aviação comercial, chegando onde outros jatos maiores não pousavam. O primeiro Boeing 727 voou em 1963 e por mais de uma década foi o jato comercial mais vendido e produzido no mundo. Quando a produção se encerrou em 1984, um total de 1.831 aeronaves haviam sido produzidas, o que era um recorde absoluto de venda. Esse recorde somente foi quebrado (e depois por muito ultrapassado) no começo dos anos 90 por seu irmão mais novo, o Boeing 737.

O 727 foi produzido seguindo o sucesso do quadrimotor Boeing 707. Projetado para rotas de curta distância, o 727-100 se tornou o principal apoio para rotas comerciais das empresas aéreas. Uma versão alongada, conhecida como 727-200 foi lançada em 1967. Apesar de ter dado um grande impulso para a aviação comercial, hoje há poucos Boeing 727 em operação. Na sua época de auge, nos Anos 70 e 80, diversos 727 pousavam ou decolavam a cada minuto pelo Mundo.

Segundo o site Aviation Safety Network, até hoje (06.2018), um total of 334 ocorrências foram registradas pelo tipo, incluindo 119 perdas totais, com um total de  3.865 mortes. Houveram também 183 sequestros com este modelo, com 346 fatalidades.

Se quiser saber mais sobre o Boeing 727, visite meu site especializado nesta aeronave, o 727 Datacenter.

Este modelo representa uma aeronaves  que não se acidentou. O N722RW era um 727-2M7, encomendado e construído para a Hughes Airwest, empresa do legendário Howard Hughes. Foi o 727 de número 1220 construído, serial 21201, que fez seu primeiro voo em 19.10.1976 com motores JT8D-17R.

O 727-200 Advanced N722RW foi entregue para a Hughes como “Spirit of the Racer” em 01.11.1976, passou para a Republic Airlines com a fusão das empresas em 01.10.1980 e, em 01.10.1986 para a Northwest Airlines, operando até 2003. Em 2004 foi vendido para a Aero Controls e foi desmontado em 26.10.2005.

Sua curiosa cor amarela, esquema conhecido como Flying Banana, deriva de um acidente com um DC-9 da Hughes Airwest em 1976. Às 18h02, no fim de tarde de um Domingo, dia 06.06.1971, o voo 706 entre as cidades de Los Angeles e Seattle, com 5 escalas, tinha acabado de decolar de LAX  para a primeira parada em Salt Lake City.

O DC-9 subia para o nível 155. Às 18h11, cruzando o nível 151 (4.200 metros de altura) sobre as Montanhas San Gabriel, perto de Duarte, California, a parte dianteira do DC-9 foi atingida pela cauda de um caça F-4B Phantom II do Esquadrão 323 dos Marines, serial 151458 (código 451), que estava realizando um voo de Fresno (CA) para Fallon (NE), programado para ser voado em baixa altitude.

No entanto, o Phantom II 451 estava em estado crítico, experimentando diversas panes neste voo, incluindo falha de transponder e vazamento de oxigênio. Por esta razão, em face do cair da noite e da redução na visibilidade, resolveu subiu para o nível 155. Após uma manobra nesta altitude, desceu para o nível 151 e colidiu com o DC-9.

Após o acidente, o operador de radar do F-4B, Christopher E. Schiess, ejetou seu assento e foi o único sobrevivente. O piloto, James R. Phillips, não conseguiu ejetar e caiu com o Phantom II. O caça colidiu com o solo no Mount Bliss, a 1,6 km de distância do local de queda do DC-9.

No total, 49 vidas se perderam no DC-9 e com o piloto do F-4, foram 50 fatalidades. Howard Hughes, consternado, mandou pintar todos os seus aviões de amarelo brilhante para que nunca mais fossem vítimas de uma colisão aérea. Assim, o Boeing 727-200 N722RW reflete este esquema de pintura, que foi a última da empresa Hughes Airwest.

Saiba mais sobre este acidente clicando AQUI. O kit é um antigo Airfix (03183), na escala 1/144 com decais da Guido Globales. Para saber a história do kit Airfix do Boeing 727, visite o 727 Datacenter, clicando AQUI.

Aeronave: Boeing 727-200 Advanced
Operador & Registro: Hughes Airwest | N722RW
Kit: Airfix
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01682

Boeing 737-300 | Webjet

O Boeing 737 é uma família de aeronaves narrowbody bimotor turbofan, desenvolvida e fabricada pela Boeing. Criado para ser um avião com custos de operação mais baixos, o 737 tornou-se uma série com dez variantes, cujas capacidades vão de 85 a 215 passageiros. É o único avião narrowbody (corredor único) da Boeing em produção, nas versões -700, -800 e -900 que será substituída em breve pela sua nova geração, o Boeing 737 MAX, mais eficiente no consumo de combustível e com maior capacidade de passageiros.

Originalmente previsto para 1964, o Boeing 737 fez seu primeiro voo em abril de 1967. Entrou em serviço em fevereiro de 1968, com a Lufthansa. A versão -200, com maior capacidade de passageiros, entrou em serviço em abril de 1968. Na década de 1980, a Boeing lançou as versões -300, -400 e -500, que hoje são conhecidos como série “Classic“. Contavam com mudanças no número de assentos e novos motores turbofan, além de melhorias nas asas.

Na década de 1990, a Boeing lançou a série conhecida hoje como “Next Generation“, com diversas mudanças, incluindo asas redesenhadas, aumento na envergadura, cockpit digitais e novo design do interior. Esta série foi lançada com as versões -600, -700, -800 e -900, variando de 31 a 42 metros de comprimento da fuselagem.

No início dos Anos 80 os engenheiros da Boeing decidiram projetar uma nova versão, usando novos motores da CFM International e outras modificações, que tornam a aeronave mais eficiente. O motor CFM56 que foi escolhido, permitia uma economia de combustível e redução de ruídos para a aeronave, porém, por conta da baixa altura da aeronave, os ventiladores do motor tiveram que ser reduzidos, deixando o motor a frente da asa e movendo os acessórios para as laterais, dando um aspecto achatado na entrada de ar.

A capacidade da primeira aeronave redesenhada, o Boeing 737-300, foi aumentada para 149 passageiros, aumentando a fuselagem em 2,87 metros. A asa teve uma série de mudanças para melhorar a aerodinâmica, incluindo um aumento de 53 centímetros na envergadura. O estabilizador vertical foi redesenhado, foram colocados sistemas eletrônicos no cockpit, e a cabine de passageiros teve melhorias semelhantes as instaladas no Boeing 757. A primeira aeronave da versão -300 fez seu primeiro voo em 24 de fevereiro de 1984.

A Webjet Linhas Aéreas era uma empresa aérea brasileira que operava no conceito low cost low fare (companhia aérea de baixo custo, baixa tarifa). Sua sede estava localizada na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou suas operações aéreas em julho de 2005 e deixou de operar em 23 de novembro de 2012, após a aceitação do CADE da compra feita pela Gol Linhas Aéreas, sendo assim demitidos 850 funcionários nos meses seguintes da conclusão da incorporação com a companhia aérea Gol Linhas Aéreas.

Operou ao todo 24 Boeing 737-300 (148 lugares) e 6 unidades do Boeing 737-800 (184 lugares). O modelo, um Minicraft na escala 1/144, representa o PR-WJE, um Boeing 737-33A, Serial 25057, fabricado em 1991 para a  VASP (PP-SOK), que passou ainda pela Transbrasil (PT-TEQ), pela Nordeste (PT-MNJ) e, depois da Webjet, pela Ansett (N706DB), sendo vendido em 2013 para a Boliviana de Aviación (BoA) como CP-2718, onde opera até hoje (06.2018).

Aeronave:  Boeing 737-300
Operador & Registro: Webjet | PR-WJE
Kit: Minicraft
Escala: 1/144
Número Hangar: SR01590